terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Carícias Obscenas



Fecho os olhos e me arrepio
Basta um simples toque e meu mundo rodeia
Na junção das batidas dos nossos corações
Nossos corpos na cama se incendeia

Paraliso-te no climax do contexto
Realizando uma fantasia nem me mexo
No auge do amor eu te beijo
Juntamente com carícias mato-te de desejo

Mas tudo que é bom acaba
No gozo do prazer das mãos
Entrelaçadas em um único destino
Muito além da explicação

Te admiro e pelada te vejo
Como uma obra prima um libertador
Para mais uma vez voltar para os teus seios
Eu juro ainda morrer de amor.


                                                                                          Carlos Júnior

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Coisas



Existem coisas que eu repeti
Existem coisas que eu talvez não vi
Existem coisas que eu incrivelmente sofri
Existem coisas que é melhor parti
Existem coisas que passei e sobrevivi
Existem coisas que eu prefiro ri
Existem coisas que por sorte escondi
Existem coisas que apenas senti
Existem coisas que ainda não li
Existem coisas que eu sei que escrevi
Existem coisas que eu guardei pra ti
Existem coisas que eu acredite menti
Existem coisas que recebi e não abri
Existem muitas coisas, melhor parar por aqui.


                                                                                          Carlos Júnior
                                                                                          

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Começo



Estou no começo
De ter um apreço
Será que mereço
Tanto desprezo?

E se começo
Nem amanheço
Mudarei de endereço
Para não ficar preso

Nesse preço
Que nem agradeço
Por ser tão expeço 
Com o cigarro ainda aceso 

E se desapareço
Nem envelheço 
Que nem um tropeço 
Volto para o começo.

                                                                                          Carlos Júnior


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ao Amor


Sentado estava, pensando no amor
Nesse sentimento egoísta
E você me falara que outro ja estava amando
Fui levando, eu fui altruísta.
Sem nenhum medo de arriscar a vida
Consciente do que faria 

E de um alto de um penhasco me vi
Cego de amores morri 
Caindo no lago 
Não pulei nem fugi  
Meu corpo voou como um homicida  
Em poucos segundos minha vida como um filme veria.

Isso tudo porque você me falou
Que não eu amava
Foi feito exatamente assim 
E totalmente referto eu estava
Com esse viver de amor
A ponto de mergulho sem fim.

                                                                                          Carlos Júnior